segunda-feira, 10 de abril de 2017

Firmes na greve contra o ataque aos direitos dos municipários de Cachoeirinha

Abril/ 2017 A Oposição Metalúrgica de Gravataí (OSM) está junto nesta luta, que é do conjunto da nossa classe trabalhadora. O corte de direitos e o arrocho dos salários é uma realidade de professores, funcionários da Saúde, metalúrgicos e tantas outras categorias. Os patrões nos atacam como classe, e somente juntos teremos forças para derrotá-los!

Todo apoio à greve dos trabalhadores municipários de Cachoeirinha!


Abaixo à repressão do governo Miki Breier!




A seguir, divulgamos nota da Intersindical em solidariedade à greve dos municipários. A Oposição Metalúrgica assina embaixo!

Desde o dia 6 de março os municipários de Cachoeirinha/RS estão em greve contra o pacotaço de retirada de direitos imposto pelo atual prefeito Miki Breier/PSB.
O Estado e seus governos, representando o interesse dos patrões, vêm atacando os direitos dos trabalhadores com o objetivo de aumentar ainda mais os fundos públicos destinados às empresas privadas para ampliar os lucros dos capitalistas.
Redução e parcelamento de salários, redução do vale-alimentação, destruição dos planos de carreira e da Previdência, e piorando os serviços públicos básicos como educação e saúde públicas são algumas das medidas adotadas pelos governos.
Assim é o pacotaço de Miki, a exemplo do pacotaço de Sartori/PMDB governador do estado que estão juntos com o governo Temer/PMDB que tenta impor um ataque ao conjunto da classe trabalhadora com o desmonte da Previdência, o fim dos direitos trabalhistas e a liberação geral da terceirização.
Contra esses ataques os municipários organizados com o Sindicato foram à luta, para manter os direitos, estão firmes na GREVE.
O braço armado do Estado para tentar impedir a continuidade da luta investe contra os trabalhadores: a Brigada Militar atacou os servidores municipais a mando do prefeito Miki e do presidente da Câmara dos Vereadores Marco Barbosa/PSB. Com o apoio da mídia, o governo Miki vem tentando criminalizar o movimento grevista, chamando de "diálogo" o que ocorreu no último 30 de março, quando o braço armado do Estado feriu dezenas de trabalhadores com spray de pimenta, gás lacrimogêneo, bombas, cães e balas de borracha à queima-roupa, repetindo a operação policial do dia 24 de fevereiro, data da aprovação do pacote.
A força dos mais de 30 dias da greve dos municipários de Cachoeirinha é a resposta a tentativa do governo de acabar com a luta que segue em defesa dos direitos e a Intersindical –Instrumento de Luta e Organização da Classe Trabalhadora está junto nessa luta que é do conjunto de nossa classe.

POR NENHUM DIREITO A MENOS E AVANÇAR RUMO A NOVAS CONQUISTAS, SEGUIMOS FIRMES!

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