terça-feira, 20 de maio de 2014

RITMO ACELERADO = Mais acidentes e doenças para os trabalhadores e Mais lucro para o patrão

Cada vez mais tem aumentado o número de pessoas com doenças causadas pelo trabalho: tendinite, burcite, hérnia, problemas pulmonares, de coluna, problemas psicológicos, até amputação de membros.
Muito se fala das empresas que nem sequer dão ao trabalhador as condições mínimas de trabalho, seja por falta de EPI ou pelas condições inseguras ou insalubres de trabalho.
Mas pouco se fala da principal causa dos problemas de saúde, que leva o trabalhador a se machucar: o ritmo da produção ditado pelas metas de produção.
Um exemplo é a GM, que mesmo com os EPIs, instruções de como fazer o trabalho ou máquinas com travas de segurança impõe ao trabalhador um ritmo absurdo de trabalho (além do takt time que está no papel) forçando o peão a “atalhar” a sua operação para não parar a linha, pois se o peão não fizer isso está sujeito a “mijadas”, aconselhamentos, ameaça de demissão e outros tipos de coerção.
Nas sistemistas, além disso não fornecem as condições mínimas de trabalho, como ventiladores, exaustores para produtos tóxicos, uniformes e até EPIs.
Estas empresas deveriam no mínimo pagar adicional de insalubridade para os trabalhadores. Pois não adianta nada a gente se matar de trabalhar agora e daqui há alguns anos estar cheio de problemas de saúde e sem condição de trabalhar.

E para ferrar com os trabalhadores as empresas contam com a ajuda de Mola-Quebrada e sua quadrilha. Pois os pelegos que estão na direção do sindicato sempre concordam e assinam embaixo das metas absurdas de produção dos patrões para acelerar a esteira.
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