domingo, 6 de junho de 2010

MOBILIZAR A PARTIR DOS LOCAIS DE ENFRENTAMENTO DIRETO COM O CAPITAL E SEU ESTADO.

As centrais sindicais como a Força Sindical, se dizem em defesa do emprego e ao mesmo tempo fazem campanha junto a FIESP (e para que os governos deem mais dinheiro à GM no Rio Grande do Sul) defendendo acordos de redução salarial. CUT e CTB, por exemplo, nos discursos dizem serem contra a flexibilização da jornada e a redução de salários, mas na prática já homologaram diversos acordos em São Paulo, Minas e Rio Grande do Sul, aceitando as imposições das empresas principalmente no setor metalúrgico.

Infelizmente outras organizações que não capitularam aos patrões, agora capitulam a um pretenso ato de unidade com essas organizações e a um programa rebaixado, como a uma mobilização descolada da classe. Ao invés de construir paralisações nos locais de trabalho, fazem coro com as centrais sindicais que apóiam os patrões e o governo, que têm como reivindicação principal a redução da taxa de juros.

As empresas que mais demitiram no País, receberam fartos recursos do governo Lula através de investimento via BNDES com os recursos do FAT.

As indústrias e não só os bancos bateram todos os recordes de lucro, graças à super exploração dos trabalhadores e aos imensos benefícios garantidos pelo governo federal.
Mas agora que suas taxas de lucro começam a despencar, precisam que mais uma vez o Estado se movimente como principal contratendencia em tempos de crise para o Capital.

Além da plataforma reduzida, essas organizações em nenhum momento tiveram acordo em combinar atos de praça e avenidas com a necessária mobilização a partir dos locais de trabalho.
Iremos denunciar as ações do governo Lula que tem colaborado cotidianamente com o Capital, mas muito mais importante do que isso realizamos nos dias 30 de março e 1◦ de abril assembléias, paralisações e bloqueios de estrada junto à classe em seus locais de trabalho e moradia.

Entendemos que é dessa maneira que vamos começar a construir as condições necessárias para a Greve Geral no Brasil, a exemplo do que têm feito os trabalhadores na Europa em especial na França, que sofrem com as mesmas saídas que o Capital busca para se livrar de mais uma crise cíclica de super produção.

Para além das praças e avenidas é necessário estarmos em luta onde o Capital age contra a classe trabalhadora.

- POR NENHUM DIREITO A MENOS, AVANÇAR NAS CONQUISTAS

- CONTRA A REDUÇÃO DE SALARIOS E DIREITOS

- CONTRA A FLEXIBILIZAÇÃO DA JORNADA, O BANCO DE HORAS E A SUSPENSÃO DOS CONTRATOS DE TRABALHO (como o lay-off)

- MEDIDA PROVISÓRIA DO GOVERNO GARANTINDO ESTABILIDADE NO EMPREGO.

- PELA REDUÇÃO DA JORNDA DE TRABALHO, SEM REDUÇÃO DE SALÁRIOS.

- AMPLIAÇÃO DO SEGURO DESEMPREGO PARA 2 ANOS E INSENÇÃO DE IMPOSTOS AOS DESEMPREGADOS.

- EM DEFESA DOS SERVIÇOS PÚBLICOS : SAÚDE, PREVIDENCIA, EDUCAÇÃO, SANEAMENTO.

- REFORMA AGRARIA JÁ.

-EM DEFESA DA CAUSA PALESTINA.



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