• Pra tirar os pelegos que estão entregando nossos direitos, VOTE CHAPA 2!
  • Enquanto o PPR e o salário ficam congelados, os lucros estão em alta!
  • GM

    Os 21 pontos apresentados pela GM para retirar direitos dos trabalhadores
  • Trabalhadores das sistemistas dizem NÃO para proposta das empresas e sindicato!
  • Paulinho da Força pegou R$ 1 milhão pra apoiar Odebrechet contra greve

quarta-feira, 20 de março de 2019

Os pelegos entregaram o abono dos trabalhadores e ganharam presente dos patrões


Em 2014, os pelegos aceitaram o acordo com a GM dobrando o tempo para chegar ao teto salarial. Logo depois desse acordo, os pelegos fizeram outro acordo com a GM e Sistemistas garantindo dinheiro das empresas para o sindicato. Veja a cláusula do Acordo:


CLÁUSULA TERCEIRA - CONTRIBUIÇÃO EM BENEFÍCIO DA CATEGORIA PROFISSIONAL 
As empresas integrantes do Complexo Automotivo de Gravataí firmatárias do presente acordo coletivo de trabalho disponibilizarão ao Sindicato dos Trabalhadores contribuição em benefício da categoria profissional destinada à cobertura de investimentos projetados na sede recreativa-esportiva do Sindicato e que trarão benefícios tanto aos empregados das Empregadoras Signatárias quanto à toda categoria profissional.

PARÁGRAFO PRIMEIRO 

Cada empresa arcará com o valor corresponde a R$ 100,00 (cem reais) por empregado seu em atividade no dia 01 de julho de 2014.

CLÁUSULA SEXTA - DIVULGAÇÃO DESTE ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 
As partes se comprometem a divulgar os termos do presente Acordo aos seus representados.


Quem paga a banda escolhe a música: não tem essa que o dinheiro é para investir em clube recreativo para a categoria, os patrões colocaram dinheiro no Sindicato para manter os pelegos mansos aceitando os Acordos que detonaram com nossos direitos.

sábado, 16 de março de 2019

Eleição do Sindicato dos Metalúrgicos. 21 e 22 de Março VOTE CHAPA 2

Chegou a hora, com a Chapa 2, o sindicato vai ser dos trabalhadores.

Chapa de Oposição da Intersindical está registrada para eleição.
Agora vamos juntos garantir que a decisão dos metalúrgicos de Gravataí seja respeitada.

Depois de anos de luta para garantir que os metalúrgicos de Gravataí tivessem seu direito de definir os rumos do Sindicato, o Judiciário decidiu no dia 27 de fevereiro sobre a ação judicial movida pela Oposição em que denunciamos a assembleia fraudulenta realizada pela atual diretoria que alterou o Estatuto com o objetivo de impedir que chapas de oposições disputassem a eleição.

Ficou provado a falcatrua dos pelegos que alteraram o estatuto para se manter no Sindicato a qualquer custo

Ficou provado que as alterações no Estatuto que mudavam o número de membros para a diretoria de 22 para 67 trabalhadores tinham como objetivo manter a qualquer custo a atual diretoria da Força Sindical que há anos desempenha a função de ser capacho dos interesses dos patrões, aceitando a redução de direitos e salários.

A CHAPA 2 da Intersindical está inscrita, agora vamos exigir que o processo eleitoral aconteça de forma transparente, com a devida participação da Oposição na coleta e fiscalização dos votos.

Garantir que os metalúrgicos possam decidir livremente sobre os rumos do Sindicato e para ter um instrumento de defesa dos direitos e por melhores condições de trabalho o voto é CHAPA 2, PORQUE SINDICATO É PRA LUTAR!

O voto é seu e é secreto, então não aceite pressão das chefias e dos pelegos.Vote CHAPA 2 para que o sindicato seja o instrumento de defesa  dos direitos.


A CHAPA 2 é formada por metalúrgicos/as que trabalham na GM, DANA, TDK, Jackwal, Perto/Digicon, Amvian, Baires, Usiaço, Panatlantica, GloboInox, e conhecem a dura realidade dos locais de trabalho. Os companheiros da CHAPA 2 têm o compromisso de trazer o Sindicato para a categoria e fazer a luta em defesa dos direitos, do emprego e por melhores condições de trabalho.
A CHAPA 2 é independente em relação aos patrões e seus governos, nosso compromisso é com os trabalhadores.




quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

GM: Os 21 pontos apresentados pela empresa para retirar direitos dos trabalhadores


A seguir, divulgamos os 21 pontos que a GM quer "negociar" com o sindicato dos metalúrgicos de Gravataí (RS).

Na realidade a GM quer negociar 14 pontos, porque 7 já foram aceitos pela atual direção do sindicato nos anos anteriores sem a GM nem pressionar...


Nós, da Oposição Metalúrgica, fizemos comentários abaixo de cada item para esclarecer o que significam ou como irão impactar os trabalhadores.


Para manter seus lucros e com a desculpa de prosseguir investindo no CIAG, a GM quer diminuir nossos salários e retirar e reduzir nossos direitos, bem como arrancar ainda mais isenções e benefícios fiscais dos governos - dinheiro da população, que deveria retornar em serviços públicos de saúde, educação etc e os governos dão para a GM.


Não podemos aceitar mais ataques!



O que a GM está propondo?

O que significa isso?

3 - Negociação de participação nos resultados com revisão de regras de aplicação, prevalência da proporcionalidade, transição para aplicação da equivalência salarial e inclusão de produtividade. Gravataí, já faz mais carros que as 2 plantas de SP juntas, com muito menos trabalhadores. Aqui já funcionam as “regras” dos sonhos da GM com a maior produtividade da GM mundial.
Direção do sindicato inclusive já aceitou o fim do abono de R$ 4 mil que era pago com o PPR até 2017.

4 - Participação dos resultados por três anos. Zero no primeiro ano, 50% no segundo e 100% no terceiro ano. O PPR já é uma migalhinha perto da quantidade carros que produzimos.
É menos que 0,2% do valor produzido por cada trabalhador.
Se o PPR fosse 1% do valor produzido por cada trabalhador seria R$ 67.617,00
5 - Suspensão da contribuição da GM por 12 meses para a previdência A GM vai passar um ano sem pagar o INSS, vai ser um ano trabalhado que não vai contar para a aposentadoria. E se o trabalhador não quiser perder esse ano, teria que contribuir por conta pagando 12% do seu salario miserável para o INSS.
6 - Alteração do plano médico. O plano de saúde já é muito caro, o que mais a GM quer alterar? Vai ficar impossível usar o plano de saúde!
7 - Implementação do trabalho intermitente por acordo individual e coletivo. O trabalhador tem que ficar à disposição da empresa e só recebe pelas horas trabalhadas. Então por exemplo, se a empresa tiver que parar uma semana por uma baixa da produção, os trabalhadores ficarão em casa e não receberão nada por esses dias e quando a empresa chamar serão obrigados a voltar a trabalhar.
10 - Piso salarial de R$ 1,3 mil. Em São José dos Campos a exigência da GM é abaixar o salário INICIAL de R$ 2.324 para R$ 1.600. Aqui  produzimos MUITO mais! O piso aqui  deve ser maior que os R$ 2.324 de São José! E mesmo assim os lucros da GM ainda seriam gigantescos!!
11 - Redução do período de complementação do auxílio previdenciário para 60 dias. Vão diminuir a complementação que a empresa faz ao INSS quando um trabalhador está recebendo auxílio-doença.
12 - Renovação dos acordos de flexibilidade. Depois de rebaixar tanto as condições de trabalho, vão deixar em aberto para “flexibilizar” ainda mais.
13 - Rescisão no curso do afastamento para empregados com tempo para aposentadoria. A GM pode demitir um trabalhador que esteja com a estabilidade anterior à aposentadoria, caso ele esteja afastado por doença.
14 - Desconsideração de horas extraordinárias. Aumentar as horas trabalhadas sem pagar elas como hora extra.
Mas na prática isso já vem acontecendo, pois muitas vezes os contra-cheques vêm faltando parte do pagamento...
15 - Trabalho em regime de tempo parcial. Ser contratado para trabalhar só alguns dias por semana, ou só algumas horas por mês e receber apenas o equivalente a essas horas.
A empresa pode demitir, para contratar outros em regime de tempo parcial.
16 - Jornada especial de trabalho de 12 por 36. O trabalhador faria 12 horas seguidas. se pelo o ritmo da GM já tem trabalhador desmaiando na linha com 6 horas de trabalho, quem dirá 12 horas. Além do que trabalharíamos em uma semana em sábado e outra em domingo sem receber os 100% de adicional de hora extra.
E trabalharia nos feriados sem receber os 100%.
18 - Regramento do contrato de trabalho intermitente. Está explicado no ponto 7 como seria essa forma de contrato de trabalho.
20 - Cláusula regrando a adoção de termo de quitação anual de obrigações trabalhistas. No final de cada ano todos os trabalhadores terão que assinar um termo assumindo que a GM fez tudo dentro da lei e que não houve nenhuma irregularidade no pagamento de salários, no pagamento de benefícios e que também não havia nenhuma irregularidade nas condições de trabalho. Isso acaba com a possibilidade do trabalhador entrar na Justiça contra a empresa após sair do emprego.

Os 7 pontos abaixo são os que a atual direção do sindicato já aceitou (em acordos coletivos anteriores) e já está em prática.

O que a GM está propondo?

Como isso já está acontecendo?

1 - Formação de acordo coletivo de longa duração - dois anos, renováveis por mais dois anos. A GM não precisa propor isso. Porque desde 2014 a atual direção do sindicato já faz acordos válidos por 3 anos, e em 2017 não só renovou aquele acordo como retirou mais direitos ainda.
2 - Negociação de valor fixo e substituição do aumento salarial para empregado horista; e congelamento ou redução da meritocracia para mensalistas. O plano de carreira já está como a GM quer em Gravataí. O peão não chegará no teto nunca! Com aumentos miseráveis a cada 9 meses! Até 2008 eram 2 anos pra chegar no teto!
Aqui a pelegada que ta no sindicato já fez algo pior ainda! Aceitaram quem em 2017 e 2018 não tivesse reajuste salarial nem da inflação.
E ainda tiraram o abono de R$ 4.000 por um bônus que esse anos será de R$ 0!!!
8 - Terceirização de atividades meio e fim. GM sempre fez terceirização de atividades como inspeção de qualidade.
Nos últimos anos vimos a terceirização da atividade fim também, muitos colegas foram demitidos e seus postos de trabalho foram assumidos por trabalhadores da CEVA.
Assim diminui a responsabilidade da GM em relação a salario e condições de trabalho. Esses trabalhadores recebem bem menos e tem menos direitos.
A direção do sindicato diz que é contra terceirização mas se fazem de cegos pra beneficiar a GM.
9 - Jornada de trabalho de 44 horas semanais para novas contratações. O acordo feito pela direção do sindicato com a GM já diz que a jornada de trabalho pode ser maior que 40 horas semanais quando a empresa quiser. ( Com sábado produtivo dá 48 horas semanais!)
Se a jornada “normal” for de 44 horas a empresa não pagará o adicional de hora extra de 50% dessas horas a mais.
17 - Ajuste na cláusula de férias com parcelamento previsto em lei. A direção do sindicato já aceitou isso no último acordo coletivo.
19 - Inaplicabilidade de isonomia salarial acima dos 48 meses para uma nova grade.  A GM pode fazer outro plano de carreira com salários menores. E os que ganham menos não poderão nem recorrer a justiça pedindo igualdade salarial.
Isso na prática já ocorreu nos acordo feitos pela atual direção do sindicato em 2009, 2014 e 2017.
Vão demitir trabalhadores para contratar outros com essa grade salarial menor.
21 - Congelamento da política de progressão salarial horista por 12 meses. A empresa vai congelar os aumentos de salário do plano de carreira por 12 meses. Ou seja, se o trabalhador recebeu o aumento de salário de 9 meses este mês, só vai receber o próximo depois de 12 meses + 9 meses. Ou seja, depois de 1 ano e 9 meses.
A direção do sindicato já aceitou esse tipo de coisa porque fez acordo com a GM pra não ter reajuste salarial em 2017 e 2018.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Para defender o emprego, os direitos e garantir o aumento salarial é preciso continuar a luta!



Veja abaixo o jornal distribuído pela Oposição Metalúrgica de Gravataí no CIAG, nas fábricas do Distrito Industrial e demais empresas nesta 4ª e 5ª feiras (23 e 24/01/2019). Tem texto sobre a retirada dos direitos dos trabalhadores que o Governo Bolsonaro e o capital quer denunciar; sobre a ameaça da direção da GM em tirar suas fábricas da América Latina e denúncias dos trabalhadores das empresas.


Também lembramos que até Abril/2019 deverá ter eleição para a direção do Sindicato dos Metalúrgicos de Gravataí. Este é o momento em que podemos botar essa direção pelega, que entrega nossos direitos e faz acordo com o patrão, pra correr. NÃO SE DESFILIE do sindicato, pois apenas os SÓCIOS poderão votar. Entre em contato com a Oposição Metalúrgica e vamos tomar o sindicato para as mãos dos trabalhadores!

CLIQUE AQUI para baixar o jornal no seu computador ou no celular













segunda-feira, 27 de agosto de 2018

GM: Enquanto o PPR e o salário ficam congelados, os lucros estão em alta!

A montadora General Motors (GM) informou no dia 25/07/2018 que obteve no segundo trimestre um lucro liquido de US$ 2,4 bilhões
de dólares, ou seja, mais de R$ 8 bilhões de reais UM AUMENTO DE 43,1% se comparado ao mesmo período de 2017.
A GM foi a montadora que mais vendeu no primeiro semestre de 2018 só para o mercado interno foi mais de 89 mil unidades do modelo ONIX.
Mesmo com a produção e as vendas em alta as ameaças para manter a meta e a produtividade não param. Tem sido costume a empresa
ameaçar os trabalhadores, forçando que trabalhem mais e mais rápido. Caso contrário, segundo eles, a baixa produtividade
incidirá no pagamento do PPR. Atenção, peão: Calote ao PPR, NÃO! A oposição metalúrgica de Gravataí é contra as metas do PPR. Pois as metas são apenas uma forma de explorar mais intensamente a peãozada, e também contribui para o aumento de doenças e acidentes ocasionados pela fatigante jornada de trabalho da GM.

Mais trabalho e menos salário:
O acordo realizado entre esta diretoria do sindicato e a empresa, para descontar gradualmente no salário dos trabalhadores os
supostos “erros” de depósito do RH, apenas legaliza uma prática recorrente da GM: trabalhar mais, pagando menos.
Se possível, nada! Como aconteceu em julho deste ano.

No olho da rua e com a cara na miséria

A onda de demissões na empresa também impõe ritmo maior na fábrica. Com medo de ser demitido, a empresa força os trabalhadores através da concorrência, para atingir patamares de produção bem superiores do que havia até então.
As demissões, como abordamos nos boletins anteriores, é fruto da ultima campanha salarial, quando a pelegada do sindicato acordou com a empresa em nome dos trabalhadores. Congelou a progressão salarial e rebaixou os salários. Agora os trabalhadores percebem que o PPR é uma esmola. Assim, pagando mais barato, demitem os metalúrgicos antigos, com hora mais cara, e forçam os novatos a dar o sangue e a alma para a empresa.
Os trabalhadores novos e também os antigos são obrigados a aumentar a intensidade da linha de produção, com a extensão das jornadas aos sábados tem aumentado o adoecimento dos trabalhadores no Complexo.
Acidentes de trabalho, desmaios é algo comum na linha de produção, afinal ela não pode parar! E quando o trabalhador descobre que tem doença do trabalho, a empresa se nega a dar a CAT, pois não quer se responsabilizar pelas doenças que são geradas na linha de produção.

domingo, 26 de agosto de 2018

Na GM, chicote estrala com o banco de horas

Sábados e mais sábados de produção. Semanas intermináveis!!!
A GM através da atual diretoria do sindicato divulga pelos quatro cantos que os trabalhadores da GM de Gravataí trabalham apenas 40 horas semanais. Dizem que “isso é único no Brasil”. Acontece que nem a os patrões, nem os pelegos falam que o banco
de horas da empresa permite aumentar a jornada de trabalho de nós trabalhadores, sem o devido pagamento das horas adicionais
trabalhadas restando perdas no salário, na saúde e no tempo de vida dos metalúrgicos.
O chamado “Day OFF” é uma verdadeira caixinha de surpresa: cansado da rotina, o peão até se contenta em passar alguns dias em casa em repouso, junto à família. Mas, é só vir o contracheque, para perceber o objetivo perverso do banco de horas para os trabalhadores.
Com esse banco de horas, não sobra hora nenhuma para o lazer ou a família. Não sobra tempo, saúde, e muito menos dinheiro.
Toda vez que entramos em “Day off”, é só esperar o próximo dia cinco do mês para não receber um tostão.

quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Péssimas condições de transporte e de trabalho causam acidente dos trabalhadores

A precariedade dos transportes não é novidade pra nós que trabalhamos no CIAG: os ônibus são umas sucatas, a maioria dos trabalhadores do CIAG não tem transporte fretado e tem que vir com os ônibus de linha da Sogil. Alguns trabalhadores vem em pé
por causa da superlotação, levamos mais de uma hora para chegar em casa ou na empresa, e ainda corremos risco de assalto nas paradas.

Muitas reclamações já foram feitas tanto no RH das empresas, quanto para seus cordeiros que estão na direção do sindicato e NUNCA foi feito nada, até que ontem amanhecemos com a notícia de que nossos colegas ao invés de chegar na hora para bater o ponto estavam sendo levados para o hospital Becker.

A RESPONSABILIDADE do acidente é da GM que NÃO GARANTE transporte seguro e de qualidade para os trabalhadores. Os envolvidos no acidente poderão ficar lesionados para o resto da vida, e sabemos que a prática das empresas é demitir os lesionados e que adoecem no trabalho.
Caso fiquem com lesões permanente, como garantirão o seu sustento e de sua família? Por que a empresa não garante estabilidade até a aposentadoria aos que ficarem com lesões permanentes seja em acidentes de percurso ou no local de trabalho?



Para os Trabalhadores: Lesões, acidentes e migalhas.
Para os Patrões: Lucros e mais lucros.


O objetivo das empresas é sempre lucrar mais, eles discursam que se preocupam com os trabalhadores mas é só falácia. Os empresários junto com os governantes e seus lambe-botas, como a atual diretoria pelega do sindicato de Gravataí que nada faz em defesa dos nossos direitos, estão sempre de conluio.
A nova Lei Trabalhista diz que acidente de percurso não se encaixa como acidente de trabalho e esse direito deverá ser garantido pela Convenção Coletiva do sindicato. Por isso PRECISAMOS NOS ORGANIZAR E CONSTRUIR UM SINDICATO COMBATIVO, como o Sindicato dos Metalúrgicos de Campinas, vinculado à INTERSINDICAL, que conquistou através da luta, estabilidade até a aposentadoria aos trabalhadores com lesões permanentes, seja em acidentes de percurso ou no local de trabalho.

Nós, trabalhadores que estamos na OPOSIÇÃO METALÚRGICA exigimos registro de CAT para todos os colegas do CIAG que se machucaram no acidente!

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Campanha Salarial: empresas e direção do sindicato querem fechar mais um acordo rebaixado que nem repõe a inflação

Só a luta em cada local de trabalho pode trazer aumento real de salário e melhores condições de trabalho

Companheiros (as)
Mais uma vez estamos no período de campanha salarial, esse período é importantíssimo para continuarmos organizando e intensificando a luta de resistência em cada local de trabalho. Como estratégia das empresas para dividir a categoria, a campanha salarial do Complexo da GM foi separada das outras empresas.
Observamos no duro cotidiano no chão de fábrica que a exploração aumenta de maneira brutal. Isso se deve também à aprovação da Reforma Trabalhista dos patrões. As demissões vem aumentando e é cada vez maior o número de trabalhadores endividados. Isso é o resultado das ações impostas pelos Patrões e seus governos.

Patrões aumentam os lucros com o nosso adoecimento


Todos os dias algum trabalhador se acidenta ou passa mal nas metalúrgicas de Gravataí. Isso vem ocorrendo com mais frequência por causa do aumento do ritmo de produção e das más condições de trabalho.
Enquanto somos sugados e adoecemos na linha o lucro dos patrões não para de crescer! Falam que estão em crise, mas a única crise que estamos vendo é a crise no nosso bolso!

A produção e o lucro aumentaram muito! E o salário???


Nas indústrias de autopeças a previsão de faturamento para 2018 é de R$ 89,4 bilhões, o maior desde 2012. No setor de eletroeletrônicos e de máquinas e equipamentos a produção cresceu quase 20%.
Os lucros das empresas cresceram e muito! Só o salário que não aumenta!! Com esse aumento da produtividade e dos lucros, não tem desculpa por parte do patrão ou da direção do sindicato pra não ter um aumento real dos salários!
Todos lembram que ano passado nós votamos pela greve nas assembleias em várias empresas pra aumentar os salários. A direção do sindicato não apareceu mais e negociou pelas nossas costas um acordo rebaixado.


NO COMPLEXO DA GM NÃO VAI TER CAMPANHA SALARIAL

A direção do sindicato fez um acordo em 2017 pra congelar os salários por 2 anos! Ou seja, os pelegos da direção do sindicato fizeram um acordo pra DIMINUIR os salários! Pois não reajustaram nem a inflação dos últimos 2 anos que foi de 6,46%. Sem contar que cortaram o abono com a mentira de que aumentaram o PPR. Mas nós sabemos que não vivemos só de PPR!

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Mundial fatura 11 milhões a mais que ano passado aumentando as metas e parcelando PPR

Nessa Campanha Salarial precisamos lutar por reposição das perdas salariais, aumento real e nenhum direito a menos!


Todos sabem que a empresa teve aumento de lucros nesse últmo período. A companhia Mundial anunciou na imprensa um lucro de 11 milhões a mais que o mesmo período de 2017. Prova disso é a produção bombando, com pedidos de cerão de duas horas por dia, que somos obrigados a aceitar por causa do nosso salário baixo.
Este lucro vem do nosso trabalho, que dobra com o aumento das metas. Um exemplo é a produção de alicates, onde mandaram produzir uma caixa a mais por dia, o que representa 120 unidades, ou seja, mais de 5% de aumento na produção! Isso nas mesmas 8 horas de trabalho e sem contratar mais gente.
Os pelegos que estão na diretoria do sindicato não fazem nada para combater o aumento das metas. E mais uma vez vão acabar aceitando uma miséria, assim como aceitaram parcelar o nosso PPR.
A Mundial tem lucros de empresa grande com condições de trabalho de fundo de quintal. O plano de saúde é caríssimo, a comida é pouca e ainda temos que aguentar o constrangimento de passar por revistas manuais e com detector de metais na saída da fábrica.
A única saída para nos defender desses ataques é trar esses pelegos que estão na direção do sindicato entregando nossos direitos para o patrão.
Para isso, temos que nos juntar com nossos colegas, entrar em contato com a oposição e se organizar a partr do chão da fábrica.
É importante se associar ao sindicato para poder partcipar e votar contra os pelegos que estão no nosso sindicato. Junte-se à oposição! Denuncie o que acontece no seu setor.

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Trabalhadores da Pelzer NÃO DESCANSAM!

É de domingo a domingo que o padrão PELZER de qualidade suga a vida dos peão. Tem trabalhador tocando 4 semanas direto sem uma folga. Feriados, dia das mães, dos pais, corpus christi, independência, não importa a data, querem tudo! Nem sequer sobra um dia para reunir a família e descansar. É desesperador os abusos das chefIas da empresa que passam de máquina em máquina para assediar individualmente os trabalhadores. Quarta-feira já começam a pressionar pra domingo, fora o assédio cotidiano para fazer hora-extra. Líder, supervisor, tudo junto com o patrão tentando inferiorizar e humilhar os trabalhadores!

Trabalho pra comer, como pra viver e vivo pra trabalhar...

O trabalho só aumenta! Além de não ter folga, o ritmo está exaustvo, chegamos em casa só pra dormir e estar em condições de novo pro dia seguinte. A planta da PELZER de Gravataí produz até para exportação e nada disso entra no cálculo de PPR, que já é bem inferior comparado a outras
montadoras do país.

E o dIto plano de carreira?


Só blablabla sobre os aumentos, a cor do dinheiro que é bom não se vê! Já foi aquela conversa toda de avaliação de desempenho e poucos levam uma migalha a mais por “merecimento”. Ninguém tem as informações exatas sobre o plano de carreira e o teto salarial. A direção pelega do sindicato foi negociar, mas não esclarece nada. Precisamos nos organizar e, juntos, construir a força do chão de fábrica!

TDK: Prêmio não é salário!

Na TDK a gente nunca pode pedir aumento. Os mecânicos são obrigados a fcar se humilhando individualmente para ter um mísero aumento a cada 4 ou 5 anos. Auxiliares e operadoras nem falam no assunto porque sabem que a empresa não está nem aí pra nós, mesmo que tenham 10 ou 20 anos de empresa, eles nunca dão aumento. Aí fcam enrolando a gente com o prêmio, que as vezes é baixo e, às vezes sobe, mas a gente não pode contar com aquilo ali. Ficamos reféns do prêmio, e é bem isso que a empresa quer, pra fazer a gente produzir mais pra eles. O pessoal precisava se unir mais dentro da fábrica pra conseguirmos um aumento no salário decente, não 2% ou 3% que nem esse sindicato vem aí negociar, precisamos de mais. Mas sozinho não tem como. Tem que se unir!

terça-feira, 14 de agosto de 2018

A inflação no RS comendo o salário do peão. Só a luta por reajuste salarial pode mudar essa situação!

Ago/2018


A inflação acumulada nos últimos 12 meses foi de 5% na região metropolitana, e a inflação média no Brasil foi de 3,6%. Essa diferença é grande porque A INFLAÇÃO NA NOSSA REGIÃO É A MAIOR DO PAÍS.
A inflação é calculada a partir de uma longa lista de produtos, mas se pegarmos alguns produtos veremos que a inflação destes ficou muito acima da média:


Produto
Inflação (aumentou)
Farinha de trigo
15,63 %
Batata inglesa
22,90 %
Cebola
29,15 %
Frutas
7,43 %
Leite
27,57 %
Habitação
10,66%
Gás de botijão
9,69 %
Energia elétrica
30,22%
Transportes
12,83%
Gasolina
30,33 %
Serviços de saúde
7,98%





Isso significa que a correção da inflação nos nossos salários depende de quais produtos nossa família mais consome. E portanto pode ficar MUITO ACIMA DOS 4,98% do INPC.

Ou seja, se o reajuste salarial for de 4,98% NÃO poderemos continuar comprando as mesmas coisas no mercado na hora de fazer o rancho.
Ou continuaremos comprando, às custas de se endividar no cartão de crédito e cheque especial (o que também deveria ter os mesmos juros incluídos no reajuste salarial, já que é feito só 1 vez por ano).

Na realidade mesmo se não tivermos nenhum aumento real,  para não termos nenhuma perda salarial nossos reajustes teriam que ser mensais, a cada mês.

Já chega de um reajuste que não nos permite nem fazer o mesmo rancho a cada mês!

 Já estamos no fim de julho e a direção do sindicato nem fala em campanha salarial.

Já chega de uma direção do sindicato que faz as negociações que beneficiam só os patrões!


sexta-feira, 10 de agosto de 2018

DANA amplia lucros às custas da exploração dos trabalhadores

Nessa Campanha Salarial precisamos lutar por reposição das perdas salariais, aumento real e nenhum direito a menos!


Enquanto a produção e o faturamento da Dana não para de crescer, os trabalhadores vem sofrendo
seguidas perdas dos direitos e no salário. Veja o quadro abaixo, os acordos realizados entre a atual diretoria do sindicato e a empresa:

2015
- Acordo de redução de salário em 5%
- Mesmo com a redução de salários ocorreram demissões.

2016
- PPE (Programa de Proteção ao Emprego): foi dito que era necessário entra no acordo para
evitar demissões.
- Resultado: Demissões em massa e desconto no salário em até 25% para quem ficou.

2017
- Campanha salarial: 2,1% de aumento, enquanto o valor da alimentação, do aluguel, do gás,
da gasolina subiu muito mais.
- Nenhuma cláusula que dificulte a implementação da reforma trabalhista na categoria.

A campanha salarial deve ser amplamente discutida com os trabalhadores no portão da fábrica, construindo cláusulas econômicas e cláusulas sociais que recomponha o poder de comprar de nosso salário e impeça a implementação da reforma trabalhista.
Essas são algumas revindicações pelas quais devemos lutar:

Cláusulas econômicas
- Aumento real nos salários;
- Pagamento de insalubridade;
- Cesta básica;
- Creche para os filhos das trabalhadoras e dos trabalhadores;
- Plano de carreira construído junto com os trabalhadores.

Cláusulas Sociais
- Redução da jornada de trabalho sem redução de salário;
- Fim do trabalho aos sábados;
- Estabilidade até aposentadoria para os trabalhadores acidentados ou com adoecimento no trabalho;
- Não abrir possibilidade para banco de horas;
- Fim da terceirização;


Para defender nossos direitos, é necessário lutar em cada local de trabalho e eleger uma direção sindical que não abaixe a cabeça para os patrões e que tenham compromisso SOMENTE com os trabalhadores.

Enquanto o salário dos trabalhadores é congelado, empresa aumenta o valor do plano de saúde.

É um absurdo a empresa aumentar o valor das consultas e dos exames em quase 80% por que os trabalhadores estão procurando mais o plano. Mas esconde que os acidentes e adoecimentos são provocados pela pressão dos chefes por mais produção e pelas condições inadequadas de trabalho.

Cadê a diretoria do sindicato para estar junto com os trabalhadores na campanha salarial e nas
demissões da Nakata?

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Amvian dá mais um golpe no bolso dos trabalhadores com ajuda da direção do sindicato

As propostas da empresa e a da direção do sindicato este ano foram pra DIMINUIR O PPR. Além de pagar um salário muito baixo para uma indústria de autopeças, eles tentam nos enrolar com um PPR miserável.
Além disso, o valor que os pelegos da direção do sindicato dizem que a empresa vai pagar, nunca é o valor que o trabalhador recebe, sempre vem os “descontos” no fim do ano..




 Valor do PPR apresentado na assembleia
 Valor do PPR que foi pago
 2017
 R$ 4.700,00
R$ 2.500,00
 2018
R$ 3.200,00 (mentira! é R$ 2.667,00)
???


A proposta da direção do sindicato foi de DIMINUIR R$ 2.000,00 no valor do PPR de 2018. Pois o valor do PPR que a direção do sindicato acordou com a Amvian foi de R$ 2.667,00, e não R$ 3.200,00 como eles mentiram na assembleia. E em todas as empresas de Gravataí essa direção do sindicato faz acordos para beneficiar o patrão.
 

Direção do sindicato negocia com a empresa pra receber uma bolada pra assinar esse acordo coletivo com PPR menor

O sindcato já recebe 3% do PPR de cada trabalhador da Amvian, sendo sócio ou não do sindicato.
Além disso a empresa negociou pelas costas dos trabalhadores pra receber mais R$ 40,00 por trabalhador da Amvian. Está no acordo coletivo que eles assinam em nome dos trabalhadores, mas não deixam ninguém ver.
Por que os pelegos negociaram em segredo pra receber tanto dinheiro pra fazer esse acordo??? 


E como negociam PPR onde os trabalhadores tiraram os pelegos do sindicato?

Na região de Campinas (SP), as empresas sempre querem diminuir os salários ou pagar uma parte dos salários como PPR pra não pagar impostos e direitos trabalhistas. Mas a direção do sindicato sempre luta por maiores salários.
Podemos comparar 2 empresas de autopeças: 
 Amvian (Gravataí)
 Benteler Componentes Automotivos (Campinas)
 Piso salarial
 R$ 1.293,15
 R$ 2.070,00


Somente os salários de trabalhadores numa indústria de autopeças em Campinas é muito maior do que o salário + PPR de um trabalhador em Gravataí.
Além disso só o adiantamento na 1ª parcela do PPR na Benteler foi de R$ 6 mil.
Isso porque os trabalhadores com o sindicato (ligado a Intersindical) fzeram 8 dias de greve, parando a produção da GM e outras montadoras.


Por isso que temos que nos unir para tirar esses pelegos do sindicato.
O sindicato deve ser um instrumento de luta dos trabalhadores!
Entre em contato conosco. Junte-se com a Oposição Metalúrgica! 
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